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A par da árvore de Natal, um dos símbolos natalícios mais comuns nos países católicos é a reprodução do cenário onde Cristo nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o menino Jesus. Nestes países, de que Portugal é um bom exemplo, o presépio foi sempre mais utilizado do que a árvore de Natal. O presépio teve origem em Itália, com São Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse um presépio à frente do qual o Santo celebrou missa.
Já os Reis Magos, avisados pela visão da Estrela de Belém, que os guiou até ao local onde se encontrava Jesus Menino, representam o reconhecimento, por todos os homens, ricos e pobres, de que nascera o filho de Deus feito homem. Numa interpretação bastante mais recente do conceito, os Reis Magos, celebrados a 6 de Janeiro (dia de São Mateus), são considerados um símbolo da união dos povos, representados pelos Reis através da sua raça: Gaspar, o negro; Melchior, o branco; e Baltazar, o asiático.